Às vezes digo o teu nome, pra mim. Gosto de o ouvir. Sinto-te perto.
Não te posso deixar ler isto que vou escrevendo. Não quero que me decifres assim.
Quero que me decifres com o tempo. Com os olhos, com o tacto, em beijos.
E nunca em tempo algum eu, apressada e irrequieta, e inquieta, gostei tanto de esperar.
Nunca fui capaz de esperar tempo suficiente por nada.
Desisti de algumas coisas que não devia ter desistido, porque me farto delas.
Abandonei locais na hora errada.
Ainda assim, soube esperar-te. A única coisa, por que soube aguardar.
Espero contigo,
Espera comigo.
Esperas–me?

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