Nesta terra que é tão nossa,
E tão de ninguém,
Perdemos os passos a contar sorrisos e histórias.
Aqui sente-se, e cheira-se, e vê-se, e chora-se.
Os enamorados que prometem infinitos sobre vista,...
As crianças que experimentam os primeiros passos na calçada,
A quantidade de línguas e culturas saboreadas no convívio com os turistas que nos pedem Lisboa emprestada
E a solidão espelhada nos vagarosos passos de quem já não tem pressa
E já não espera
Senão a morte.
Tudo isto,
Lisboa.
Nenhum comentário:
Postar um comentário