Aí a cidade vira festa.
As ruas luminosas.
E as gentes cheias de graça.
Os artistas de rua enchem-nos pedaços de alma que nos foram escapando com o tempo.
[re]aprendemos uma língua nossa,
Criamos dialectos.
O mundo pára de ser monótono por uma infinidade de segundos.
Somos rainhas, num reino realmente nosso.
Num mundo realmente nosso.
Num paraíso realmente nosso.
Um mundo sem tempos,
Embora cheio de compassos.
E as notas musicais que nos apetece.
Regressamos às origens, voamos ao futuro e voltamos sempre a nós:
Esse estar, e ser, tão indescritível.
Só nosso.
As ruas luminosas.
E as gentes cheias de graça.
Os artistas de rua enchem-nos pedaços de alma que nos foram escapando com o tempo.
[re]aprendemos uma língua nossa,
Criamos dialectos.
O mundo pára de ser monótono por uma infinidade de segundos.
Somos rainhas, num reino realmente nosso.
Num mundo realmente nosso.
Num paraíso realmente nosso.
Um mundo sem tempos,
Embora cheio de compassos.
E as notas musicais que nos apetece.
Regressamos às origens, voamos ao futuro e voltamos sempre a nós:
Esse estar, e ser, tão indescritível.
Só nosso.
E faltam sempre pequenas coisas aqui e ali, como falta ao mundo todo,
Falta sempre mais tempo.
Faltam sempre mais oportunidades.
Falta sempre mais tempo.
Faltam sempre mais oportunidades.
Faltam sempre mais físicas proximidades.
Falta até dinheiro, e faltam mais palcos, e falta percorrer um milhão de outras cidades.
Mas nos teus braços, nos olhares, nos silêncios e em toda esta emoção, sentido, e vida,
Respiramos harmonia, paz, abraços e sorrisos.
E temos tudo.
Mas nos teus braços, nos olhares, nos silêncios e em toda esta emoção, sentido, e vida,
Respiramos harmonia, paz, abraços e sorrisos.
E temos tudo.

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